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Acesso em 18/10/2021 às 05h07.

Engenharia Florestal encerra reuniões de câmara com propostas estratégicas para a categoria

Evento aconteceu no Recife no formato híbrido, com transmissão on-line. Próximo encontro será em novembro, em Brasília

9 de agosto de 2021, às 16h18 - Tempo de leitura aproximado: 4 minutos

Sensação de dever cumprido. Assim descreve o coordenador nacional da Câmara Florestal, Antônio José Figueiredo Moreira, no último dia da 3ª Reunião da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal, realizada Recife, no Recife Praia Hotel, no Pina. O evento tratou de ações e estratégias para a valorização e desenvolvimento da categoria. Um assunto em destaque foi o manejo florestal, que será tema de campanha do Sistema Confrea/Crea para esclarecer a população da importância de uma prática responsável.

 

Só para se ter uma ideia da importância do assunto, foi apresentada por Felipe Pasqualini, da Gerência de Comunicação do Confea, a formatação de uma campanha de comunicação sobre o manejo florestal. “Será usada uma linguagem acessível e de fácil entendimento para a sociedade entender sobre a prática”, destacou Felipe Pasqualini.

O tema ganha um peso importante dentro do cenário nacional e internacional que estamos vivendo. O superintendente regional e engenheiro florestal, Nielsen Christianni, destacou assuntos que vêm despertando uma comoção, uma sensibilização nacional: o desmatamento e as queimadas.

“Não é um assunto novo, mas a própria sociedade já está sensível de preocupação com essa causa e nós gostaríamos de poder mostrar para a sociedade que existe uma modalidade profissional que é a engenharia florestal que tem soluções, que tem capacidade de trazer esse uso sustentável, garantido as florestas de pé, mas também garantindo que elas possam estar produzindo, no seu papel ecológico e também social”, avaliou Nielsen Christianni.

Ele avaliou que esse é um problema da sociedade brasileira, mas o mundo lá fora conhece o Brasil como a maior causador das mudanças climáticas por conta da destruição das florestas. “E nós aqui, dentro do Sistema Confea/Crea, temos alternativas, temos soluções para isso, temos o manejo florestal que é inerente a essa modalidade profissional de engenharia florestal”, frisou o superintendente.

No último dia do encontro, os quatro grupos de trabalho apresentaram as propostas discutidas ontem (5) visando melhorias para a engenharia florestal, para a sociedade e para o país. ” Foi um trabalho muito bom. A gente fica com a sensação do dever de casa. O que não avança, fica para realizarmos a atividades no próximo encontro. Os assuntos da pauta são de fluxo contínuo. Ficamos acompanhando quando aconteceu, como desenvolveu”, declarou Moreira.

Ele explicou ainda que nesses encontros têm pautas extras. “Por exemplo, teve uma pauta que não é uma proposta. Foi sobre como está funcionando as câmaras e as comissões de ética dentro dos Creas no período da pandemia. Qual a estratégia que está sendo utilizada, como está sendo o sistema de fiscalização e exatamente essa sistemática de fiscalização que é muito importante para o profissional. Porque, quando você identifica empresas onde têm profissionais que não têm atribuição de realizar aquela profissão e consegue reverter isso, então isso gera um emprego para o profissional”, atestou o coordenador nacional da Câmara Florestal.

Conselheiro Marcos Rino na 3ª Reunião da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal. Foto: Confea

Na avaliação de Nielsen Christianni, nesses três dias de debate no âmbito da engenharia florestal nacional, foram identificados dois pontos relevantes: a contribuição da engenharia florestal para o desenvolvimento do país, de que forma ela pode contribuir para a sustentabilidade ambiental. O outro reforça o enfoque listado no debate da própria sociedade que é a busca por combater o desmatamento, as queimadas. “E a engenharia florestal apresenta soluções para a sustentabilidade com inserção social, com o desenvolvimento econômico”, assegura Christianni.

“Foi bastante proveitoso o encontro, conseguimos avançar nas pautas propostas no início do ano”, declarou Moreira. Ele explicou que, além da votação das propostas dos grupos de trabalho, foi apresentando um adendo sobre a federalização, que é do aumento da representatividade dentro da plenária do Confea. “A solicitação nos foi apresentada e vamos apresentar para o Confea como proposta da Câmara. Hoje são 17 membros de conselheiros federais, no Confea. Seria importante que todos os estados tenham representatividade dentro do Confea”, atestou.

Ele aproveitou o encerramento para destacar a bela a

colhida do Crea-PE na pessoa de seu presidente Adriano Lucena, na pessoa do coordenador da Câmara de Agronomia, Everson Batista, do superintendente Nielsen Christianni. “Eles foram muito importantes para que o evento acontecesse. Agradecemos muito à cidade do Recife pela acolhida, que foi muito boa, apesar da chuva. Todos participaram ativamente e contribuíram para o bom andamento do trabalho”, comemorou. A quarta e última reunião do ano será de 24 a 26 de novembro, em Brasília.

“A Engenharia Florestal Brasileira vem se fortalecendo a cada ano dentro do Sistema Confea/Crea e durante a 3° reunião foi nos apresentado a criação da Câmara Especializada de Engenharia Florestal no Crea-MG para 2022, somando a do Crea-AC, totalizando 10 Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal. Isso é muito importante e ajuda ainda mais fortalecer o sistema, bem como, a participação dos profissionais nas associações.” destaca o engenheiro florestal Marcos Rino, conselheiro do Crea-AC.


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