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Acesso em 01/03/2024 às 08h18.

2ª reunião nacional de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal

27 de maio de 2021, às 15h07 - Tempo de leitura aproximado: 3 minutos

O conselheiro engº florestal Marcos Rino participou junto com a presidente do Crea-AC, a engª Carmem Nardino nos dias 18 a 20 de maio da 2ª reunião nacional ordinária da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal (CCEEF), em Brasília.

Durante o evento foi debatido a criação do Grupo de Trabalho Madeira Legal, que já iniciou as atividades, tendo reuniões com órgãos que atuam no Amazonas para “trazer racionalidade, técnica e ciência para a discussão sobre o manejo florestal e a cadeia da madeira manejada e produzir um documento técnico. “ As deliberações atuais e futuras sobre a engenharia florestal são debatidas nessa reunião, é uma oportunidade única fazer parte desse evento junto ao Confea, inserindo nossa atribuição profissional”, disse Marcos.


Comandados por Antônio José Moreira (Crea-PA), coordenador titular, e Alberico Mendonça (Crea-RJ), adjunto, os trabalhos da 2ª reunião nacional ordinária da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Florestal (CCEEF) contou com a participação do vice-presidente do Confea, eng. civil João Carlos Pimenta. Representando o presidente, eng. civil Joel Krüger, que participava da abertura da agenda do Colégio de Presidentes de Creas, Pimenta deu as boas-vindas aos participantes: cinco virtuais e 17 marcando presença em Brasília.

Selizângela Rezende (Crea-GO) informou da revisão pela qual passa o Manual de Fiscalização, o qual está sendo adaptado para o estado. O diálogo com o departamento de fiscalização foi o destaque dado por Eleandro Brun (Crea-PR) o que, segundo ele, tem mostrado bons resultados para o desempenho dos fiscais. Sobre o Rio Grande do Sul, Edison Cantarelli comentou a resistência das serrarias em ter um profissional responsável em seus quadros.

Pedro Sales, que também preside a Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais (Sbef), apresentou relatório das atividades da entidade, cuja história está sendo resgatada por meio de documentos existentes no Confea e nos Creas e deverá ser publicada em livro virtual até o fim do ano.

 Diretrizes curriculares

À tarde, a coordenadoria recebeu o superintendente de Integração do Sistema (SIS), eng. civil Osmar Barros, que se comprometeu a dialogar com a Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap) para tramitar a proposta da CCEEF de reformulação das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) da área. “Irei acompanhar o assunto para ser levado ao plenário e, posteriormente, encaminhado ao Ministério da Educação, onde teremos uma segunda tarefa, que é a interlocução para que esse documento fundamentado sirva de referencial para a revisão”, afirmou o engenheiro, que é professor universitário e foi membro da Ceap federal por cinco anos.

Essa iniciativa visa orientar as universidades na adoção das regras sobre carga horária e disciplinas, por exemplo. Na avaliação Barros, é fundamental que os Creas se aproximem das instituições de ensino e apresentem a Resolução nº 1.073/2016, que regulamenta a atribuição de títulos, atividades, competências e campos de atuação profissionais. “Estamos falando da qualidade da formação, por isso temos que entrar nesse processo”, reforçou após dirimir dúvidas dos participantes.

Fiscalização

Ainda em atendimento à Portaria nº 43/2021 do Confea, que define ações a serem adotadas pelas coordenadorias até o fim deste ano, a CCEEF se organizou para apresentar o Plano Anual de Fiscalização na próxima reunião. A proposta é dar um viés uniforme para os Creas, como explicou Moreira. O assunto será discutido pelos Creas do Amazonas, Distrito Federal, Paraná, Roraima e Santa Catarina, os quais terão a responsabilidade de elaborar diretrizes em atendimento aos acórdãos dos órgãos de controle.

Outro item da pauta da CCEEF é a retomada da proposta de acordo de cooperação com o Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor), órgão que integra o controle da origem da madeira, do carvão e de outros produtos ou subprodutos florestais, sob coordenação, fiscalização e regulamentação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Daniel Lobato Assessoria de Comunicação Crea-AC, com informações do Confea.


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